Ecologia e Espiritualidade

A defesa da célula Terra sintonizada com a Espiritualidade

19/5/10

INIMIGOS DESENCARNADOS

 

Inimigos Desencarnados

 

 

 

“… Não há coração tão perverso que não se deixe tocar pelas boas ações, mesmo que seja a contragosto.

Pelas boas ações, tira-se do inimigo toda desculpa para as represálias.

“De um inimigo, então, se pode fazer um amigo, antes e depois da morte…”

 

Se o amor ao próximo é o princípio da caridade, amar os inimigos é a sua aplicação máxima, pois esta virtude é uma das maiores vitórias alcançadas sobre o egoísmo e o orgulho.

Amar aos vossos inimigos não é ter com eles uma afeição forçada, que não é natural, já que o contato com um inimigo faz bater o coração de uma maneira totalmente diferente. Amar os inimigos segundo este ensinamento de Jesus é não ter contra eles nem ódio nem rancor, nem desejo de vingança. É perdoa-lhes sem pensamento oculto e sem impor condições o mal que nos fazem.

 Em 13 de maio de 1888 as 15 h., a Princesa Isabel na ausência do Imperador D. Pedro II, assinava a Lei Áurea, juntamente com o Ministro da Fazenda “…..” contrariando assim interesses de milhões de fazendeiros, sendo que alguns se tornaram seus inimigos, foi muita coragem…

 Em 15 de novembro de 1889, foi proclamada a República federativa do Brasil, destituindo do cargo de Imperador o Sr. D.Pedro II, o mesmo teve um prazo de 24 horas para deixar o país, lavando consigo para Portugal apenas um travesseiro cheio de areia das terras brasileiras e o sentimento da traição de muitos daqueles que se diziam fiéis ao Império.

 Em 1954, Getúlio Vargas deu um tiro no peito, saindo da vida terrestre para ficar na história, tinha alguns desafetos, mas ele não se considerava culpado com atos aplicados a estes… pela sua segurança oficial.

 Em 1960 o presidente do Brasil Juscelino Kubtcheque, inaugurava Brasília, a capital do Brasil no Planalto Central, contrariando interesses de milhares de políticos, levando para sua história inimigos que quase nãodeixarão governar o país, foi muita dificuldade, conforme é citado no livro Caminhos do Brasil, inspirado pelo próprio e psicografado pelo médiun Woyne Figner Sacchetin.

 Assim meus irmãos, podemos ter ume idéia das influências dos espíritos encarnados e desencarnados em pessoas que ocuparam lugar dedestaque na sua caminhada terrena em fatos importantes, agora imaginem quem aqui nunca teve um desafeto, nunca se deparou com alguém que sem motivos aparentes se declara seu inimigo? Quem também muitas vezes não consegue gostar de alguém apenas pela aparência, sem nunca ter tido um contato com esta pessoa?

 Daí, os ensinamentos do Pai, “Amai os vossos inimigos”

 Amar os vossos inimigos é um absurdo para os incrédulos. Aquele para quem a vida presente e tudo vê apenas em seu inimigo um ser nocivo e perturbador de suatranqüilidade e do qual somente a morte, pensa ele pode livrar. Daí o desejo de vingança…

 O Espírita tem ainda outros motivos de indulgência para com seus inimigos. Sabe quea maldade não é um estado permanente dos homens, mas que é devida uma imperfeição momentânea e do mesmo modo que a criança se corrige dos seus defeitos o homem mau um dia reconhecerá os seus erros e se tornará bom.

 Podemos ter inimigos entre os encarnados e os desencarnados. Os inimigos do mundo invisível manifestam suamaldade pelas obsessões as quais tantas pessoas estão sujeitas e que são algumas das várias provas da vida contribuindo para o adiantamento do homem no globo terrestre.

 Antigamente para apaziguar os deuses infernais, depois chamados de demônios, mas que não passavam de espíritos maus sacrificavam-se animais e até pessoas. O Espiritismo vem provar que esses demônios são apenas almas de homens perversos que ainda não se livraram dos instintos materiais, e que somente se pode pacificá-los sacrificando-se o sentimento de ódio que possuem, por meio da caridade.

 

Que a Paz do Senhor esteja com todos, assim seja…

 

 

 

 


 

criado por antaosn    11:28 — Arquivado em: Sem categoria

2/5/10

Mortos sim, mas de bem com o meio ambiente

UrbanPost, Última atualização: 7/4/2010 16:01

 

Cleber Arruda do UrbanPost, de São Paulo

Não é apenas com um “aqui jaz” que você pode tirar o corpo fora do planeta. Antes de começar a se decompor, é possível pensar em como fazer o bem – ao meio ambiente ou à ciência.

Sem exceção, todos os meios de por fim ao corpo humano após a morte têm impactos ambientais, nos mais diferentes graus – desde os tradicionais cemitérios até os complexos congelamentos de cadáver. Mas como saber qual meio justifica o fim?

Na cidade de São Paulo, por exemplo, são registradas diariamente entre 200 e 230 mortes. A maioria destes corpos seguem para os cemitérios. Uma minoria (entre 15 a 17 por mês) são levados para o Crematório da Vila Alpina, na zona Leste, o único que oferece o serviço no município. Segundo a Dra. Célia Wada, ambientalista e diretora da Câmara Multidisciplinar de Qualidade de Vida, a cremação é uma alternativa menos danosa ao meio ambiente pois elimina a ocupação do solo. “Em 2010, a população da Terra deverá atingir 7 bilhões de pessoas. Imagine se todas elas sejam enterradas? Daqui a algum tempo, só haverá espaço para os defuntos”.

A cremação é uma alternativa ambientalmente adequada, tendo em vista que existem filtros capazes de controlar os gases poluentes emitidos. O corpo é submetido a um calor intenso e transformado em um ou dois quilos de cinzas. “Não podemos ser radicais, temos pensar em algo realmente sustentável. Não podemos sair queimando tudo, porque toda matéria orgânica na Terra é restrita, e daqui a pouco não temos mais nada. Mas é preciso, pensar em medidas emergenciais para os enterros, porque a mentalidade das pessoas ainda não é de cremação”, avalia.

Além da ocupação do espaço, outra preocupação em relação aos cemitérios está relacionada ao necrochorume, um resíduo da decomposição dos corpos. É composto por substâncias orgânicas degradáveis, compostos orgânicos dissolvidos e microorganismos vivos, como bactérias e vírus.

Assim como o chorume resultante da degradação nos lixões, o necrochorume é viscoso, de cor escura e tem um cheiro insuportável. E também é bastante perigoso, de acordo com Fernando Augusto Saraiva, geólogo do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas), da Universidade de São Paulo (USP), principalmente quando os cemitérios não tratam muito bem seus “inquilinos”. “Quando há a concentração muito grande de corpos enterrados de maneira incorreta, como acontece nos cemitérios populares de São Paulo, existe um risco enorme de o necrochorume atingir o lençol freático, contaminando a água usada pela vizinhança”, explica.

Segundo a Dra. Célia, o estudo que ela vem realizando sobre a mistificação dos cemitérios não encontrou, até agora, questões relacionadas à contaminação hídrica ou ambiental. Ela constatou que na maioria das vezes os problemas estão ligados a uma administração incorreta do espaço.

A especialista quer quebrar alguns tabus que rondam os cemitérios. “Um estabelecimento gerenciado corretamente é um pedaço de pulmão. Queremos transformar os cemitérios numa área de bem-estar, um espaço verde agradável aos habitantes do entorno. O cemitério deve ser pensado para quem não abre mão de uma terra fofa, um pedacinho de chão, mesmo em centros urbanos.

Cemitérios que entraram em operação a partir de 2003 devem seguir os regulamentos da resolução 335 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Ela determina quais os procedimentos ambientais adequados para instalação dos novos cemitérios.

Os que existiam antes devem verificar as regras junto aos órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, responsáveis por formular por ordem da resolução 402, decretos até 2010 com as padronizações devidas, em função das particularidades dos cemitérios existentes antes da resolução 335.

Do pó eu vim, para o pó voltarei. Mas não sem antes dar uma congeladinha

Congelamento de corpos não é novidade há algum tempo. Mas na Suécia um processo chamado freeze-dry promete dar um fim ecológico aos defuntos. Criado em 2005, o método consiste em mergulhar o cadáver em nitrogênio líquido, a 196 graus Celsius negativos. Congelado, o “picolé de gente” é colocado numa esteira para vibrar. A chacoalhação quebra o corpo em pequenos pedaços, que se transformam em pó. Os líquidos são filtrados e, caso o corpo tenha algum metal – como obturações na arcada dentária ou pinos nos ossos – um ímã se encarrega de capturá-lo.

O pó resultante deste processo será depositado numa caixa cheia de amido de milho ou de batata. A mistura servirá de adubo para uma planta cultivada especialmente em homenagem ao defunto. Em até um ano, a planta terá consumido todos os resíduos nutritivos. Boa saída para quem em vida não procriou, não escreveu livro nem plantou uma árvore

 

criado por antaosn    1:31 — Arquivado em: Sem categoria

13/8/09

O último suspiro

 

Antão Neto

 

 

Esta noite tive um sonho,
E nele eu dava o último suspiro,
Não tive medo de estar em retiro,
Naquele sono enfadonho…

Senti uma Paz imensa,
Estava em outro plano,
Não percebi se ainda era humano,
Na claridão de uma luz intensa.

Ouvia vozes me recebendo,
Pediam que não voltasse,
E naquele mundo ficasse,
Que elas estavam me acolhendo.

Senti um grande calor,
Acreditei que havia partido,
Sem fazer um último pedido,
A quem tanto me amou!

 

 

criado por antaosn    11:49 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:

20/8/08

NAVEGAR É PRECISO

Antão de Siqueira Neto

A história da navegação atlântica teve um impulso decisivo durante o século XV, quando os turcos e mongóis interromperam o caminho terrestre até as Índias (Ásia). Os portugueses procuraram chegar até elas margeando o Atlântico, e, em 1487, Bartolomeu Dias alcançou o cabo da Boa Esperança, no sul da África. Cinco anos depois, Cristóvão Colombo atravessou o Atlântico e chegou à América Central, de que tomou posse em nome dos reis da Espanha. A partir do século XVI multiplicaram-se as viagens de exploração e o Atlântico finalmente substituiu o Mediterrâneo como principal via marítima de comércio. Foi nessa época que foram feitos os grandes descobrimentos nas Américas e iniciou-se a época das colonizações. Dentre as grandes descobertas está o Brasil, que foi descoberto por Cabral em 1500. Dois marcos importantes que inauguram a expansão ultramarina, liderada por Portugal e Espanha, que foram as duas grandes nações européias entre os séculos XV e XVI, na passagem para Idade Moderna.

A partir daí, a vela foi se aprimorando até surgirem os navios a combustível, resultados da revolução industrial. Assim a vela foi deixando o posto de meio de transporte e começou a ser tratada como esporte. Atualmente, a vela só é usada como meio de transporte para curtas distâncias. O seu maior uso é pela prática esportiva, na qual é dividida em diversas categorias e faz parte dos jogos olímpicos.

A arte de navegar foi disseminada mundo afora, para vários fins: militar, comercial e lazer. Em Paulo Afonso, cidade privilegiada pelo Rio São Francisco e barragens construídas para fins de produção de energia hidroelétrica, hoje tem cerca de Setenta embarcações utilizadas para lazer, algumas ficam guardadas na Marina Porto dos Coelhos ao lado do Parque Aquático Leno Beatch, na prainha do Candeeiro no lago da Usina Paulo Afonso – IV e são inspecionadas periodicamente pela Capitania dos Portos de Juazeiro. Na época do verão estas embarcações são utilizadas com maior freqüência, e por este motivo alertamos aos comandantes alguns cuidados que são de extrema necessidade para segurança, tanto dos passageiros como dos banhistas, tais como: Carteira de Habilitação, verificação dos coletes salva-vidas, estrutura da embarcação, circuitos elétricos, sinalização e reservatórios de combustível e outros acessórios.

A Legislação da Náutica de Recreio exige aos possuidores de embarcações de recreio um cuidado redobrado, especialmente no que respeita à segurança das mesmas. A Carteira de Habilitação de Amador (CHA) é o documento que credencia o seu portador a conduzir embarcações de esporte e recreio. A obtenção desse documento se faz por meio de exame (uma prova de múltipla escolha).

Exame de Habilitação

VELEIRO - O interessado deverá procurar uma Capitania dos Portos ou suas subordinadas e apresentar declaração da marina ou clube náutico, onde conste que o mesmo realizou, naquela entidade, curso de vela que o habilite na condução de embarcação a vela. Após análise da documentação será emitida a habilitação. MOTONAUTA e ARRAIS AMADOR - O interessado realiza uma prova escrita de múltipla escolha.
MESTRE AMADOR - O interessado realiza uma prova escrita de múltipla escolha. O candidato a Mestre-Amador já deve ser habilitado na categoria de Arrais Amador. CAPITÃO-AMADOR - O interessado realiza uma prova escrita de múltipla escolha. O candidato a Capitão-Amador já deve ser habilitado na Categoria de Mestre Amador.

Dispensa de Habilitação

Para conduzir dispositivos flutuantes e outras embarcações miúdas sem propulsão, utilizadas para recreio ou prática de esporte, não há necessidade de habilitação.

criado por antaosn    12:08 — Arquivado em: Sem categoria

26/7/08

A POLÍTICA E O MEIO AMBIENTE


Foto: Ítalo Gustavo - Serra do Retiro - Município de Glória   julho/08

 

Antão de Siqueira Neto

Na década de 70 as questões ambientais passaram a fazer parte do cenário político e econômico nacional e internacional. O incipiente conhecimento ecológico associado a um comportamento extremado e passional de alguns grupos de militância política e social da época, fizeram com que a problemática ambiental ficasse relegada a um plano secundário, atraindo a antipatia de governos e empresários, e em certa medida da própria sociedade, que via com desconfiança as manifestações que clamavam pela paz, igualdade entre os seres humanos, não poluição do ar, da água e do solo, não extinção dos animais, diminuição da desigualdade social, e pelo fim da discriminação racial, entre outras questões. Quanto à natureza normativa e ideológica de muitas das discussões sobre meio ambiente, observa-se como fato marcante, que à maioria dos homens e mulheres que concorrem a cargos eletivos na política contemporânea, não se preocupam em contemplar em seus projetos de governo, ações que minimizem os impactos ambientais.

Segundo Rattner (1999, p.59), a solução de problemas ambientais globais, nacionais ou locais, compreende, invariavelmente, a ação coletiva, o envolvimento, a identificação e a participação de pessoas organizadas, educadas e motivadas em programas e projetos, destacando que “uma vez que a comunidade se torne protagonista de sua história, as prioridades são facilmente redefinidas e as necessidades sociais são trazidas para o primeiro plano pelos sujeitos que as sentem e experimentam”. Observamos quantos problemas ambientais ainda temos em nosso município, que poderiam ser amenizados com a criação de uma Secretaria de Meio Ambiente, para viabilizar meios administrativos resolvendo assim os problemas com maior habilidade e agilidade, a exemplo de construção de Estações de Tratamento de Esgotos, pois a existente só atende cerca de 4% dos esgotos da ilha e o restante da ilha e dos bairros periféricos jogam seus esgotos diretamente no rio São Francisco.

Ambientalistas desta cidade, a exemplo dos Especialistas em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental como: Juracy Marques, Antão Siqueira, Fátima Amorim, Glaide Pereira e ainda: Aldo Carvalho, Francisco Alves, Mardo David, Andreina, Arthur Lima, Ítalo Gustavo Amorim, Bruna Graziela, Augusto Flávio, e outros que se preocupam com os problemas anteriormente citados, vem ao longo dos anos trabalhando, denunciando e cobrando das autoridades, ações que venham corrigir estes fatores de relevante importância para o bem estar da população dessa região. Uma das nossas bandeiras de preservação ambiental é a criação do Parque da Caatinga, no centro do município, na área que pertence ao Patrimônio da União e que é administrada pela primeira Companhia de Infantaria. Será uma forma de preservar várias espécies da Caatinga, os mananciais e agregar o desenvolvimento sustentável ao bem estar social. Entendemos que a população será beneficiada com um Parque onde poderão ser construídas pistas de cooper, ciclovias, lagos, parques infantis, tendas de orientações médica, fisioterapia, massagens, vendas de água de coco e outros, além de ser uma área afastada do trânsito urbano, com baixo índice de poluição do ar e sonora. Outras ações abraçadas constam da Revitalização da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, manutenção das Unidades de Conservação, contra a desertificação e a não construção de Usinas nucleares no Rio São Francisco, e atualmente a campanha contra a receptividade de lixo atômico no Raso da Catarina.

Assim, é preciso pensar a política partidária, também no contexto de políticas socioambientais que se articule com as outras esferas governamentais e possibilitem a transversalidade, reforçando a necessidade de formular políticas ambientais pautadas pela dimensão dos problemas em nível regional, e em muitos casos em nível metropolitano, reforçando a importância de uma gestão compartilhada com ênfase na co-responsabilização na gestão do espaço público e na qualidade de vida, que institua o cidadão como criador de direitos para abrir novos espaços de participação sócio-político-ambiental.

criado por antaosn    18:20 — Arquivado em: Sem categoria

15/7/08

Pau Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Homenagem a Roldão Siqueira Fontes, meu tio avô

Autor: Ésio de Siqueira Alves (meu irmão primogênito)

Pra falar do Pau Brasil,
Desta afamada madeira
Que povoa nossas matas
Nesta costa brasileira,

Vou fazendo o meu papel
Pra essa gente brasileira!
O grande Roldão Siqueira,
Professor bem consagrado,
Por Austregésilo Ataide
De Apóstolo foi chamado

Ao dedicar à nação
Projeto e preservação
Desse pau tão disputado.
Um sertanejo arretado

De muita inteligência

De Flores do Pajeú,
Ainda na adolescência
Estuda na capital
Com visão e ideal
Coragem e sapiência.

Por sua clarividência
Foi logo se destacando.
Estudou num bom colégio

Do estudo foi gostando…
No Americano Batista
Tornou-se um idealista
seu mundo foi mudando.
Sua vida foi tocando
Voltado para ciência

Foi um grande professor
Pela sua competência
Tornou-se ecologista

Um grande naturalista
De uma rara consciência.
E com muita persistência
Criou uma fundação
Pra preservar Pau-Brasil

Uma árvore em extinção

Programações arrojadas

Muitas mudas bem plantadas

Iniciava a missão.
Simbolizando a Nação

Conhecida no oriente

Há mais de quatro mil anos
De cerne vermelho ardente

Os europeus iam à cata
Da Caesalpinia Echinata
Explorando incontinente.
Essa árvore imponente
Tem um porte altaneiro,
Atinge quarenta metros
No cerrado ou tabuleiro
Com galharia ascendente
Plantada isoladamente
Inda dá grande sombreiro.
As folhas desse madeiro
São compostas, bipinadas ;
Suas nervuras centrais
São muito bem desenhadas,
- Folíolo verde Luzente
Que são alternadamente
Nos galhos bem fixadas.
Inflorescência aromada

De uma invulgar beleza

Coloração amarela
Realçando a natureza

Com sépalas alongadas,
Corolas bem delicadas
E de incomum leveza
Essa fonte de riqueza,
Frutos, bela formação
Verdes vargens alargadas,
De bela coloração,
Tem pelos bem delicados
Acúleos bem ordenados
Em toda sua extensão.
Faço aqui a descrição
Do tronco dessa madeira

Tem fibras longas e retas
Com acúleos em fileira

O alburno amarelado
E o perfume adocicado

Qual a flora brasileira.

É uma árvore sombreira
Que nos dá muita semente

Que germina muitas vezes
Plantada imediatamente.
Colorida, belo tom

Tem a semente marrom
Quando exposta ao ambiente
Da terra do sol nascente
Ao continente europeu
Todos vinham lhe explorar

E a nossa costa sofreu,
Cortavam nosso madeiro
E extraíam por inteiro

Vejam o que aconteceu

A extração permaneceu
Com ação dos traficantes
Que extraiam o pau-brasil,
Para
atender navegantes,
Que os toros embarcavam
E para Europa levavam
Em caravelas possantes.
Para paises distantes
Era contrabandeado,
Para todo Velho Mundo
Pau-brasil era levado,
A floresta devastada
Nossa riqueza usurpada
Nosso tesouro roubado.
Cada vez mais traficado
Por espanhol e francês,
Com apoio de suas cortes
Veio também o inglês,
E colocaram em questão
Monopólio e atuação
Do governo português.
Lisboa, com altivez

Impondo autoridade,
Dominador do Brasil,
Com muita dificuldade
Expulsou os traficantes,
Os europeus arrogantes,

Sem dó e sem piedade.
Seguindo a atrocidade
E o lenho foi derrubado:
-Cortes rentes às raízes,
Às vezes era queimado
Com florestas devastadas
Com as raízes arrancadas
Pelo explorador malvado
Portugal e seu reinado
Que devastou por inteiro
Por mais de trezentos anos,
Seu suporte financeiro
E com muita avareza
Nos extraía a riqueza

Vendendo pra o estrangeiro.
Quase extraído inteiro,
Valioso vegetal,
Que no século dezenove
Sob a ação de Portugal,
Quase chega a exaustão
Pela vil exploração,
Pelo comércio ilegal.
Com tanta ação imoral
Madeiro foi esgotado
Cortado pelas raízes

Isso sem ser replantado
Por um tempo esquecido

Mas nem tudo foi perdido
- Surgiu um iluminado.
Pau-Brasil foi resgatado:
A FUNBRASIL foi criada
Tão ilustre ecologista
De visão aprofundada
E que sem muita semântica
Devolveu à Mata Atlântica
Sua madeira esgotada.
Ela
será resgatada
Com empenho da Fundação
Que antes de ser criada
Já cumpria a missão
Pois mudas eram plantadas

Muito bem disseminadas
Pelo Apóstolo Roldão
O esforço do baluarte
Na certa não foi em vão
Batalhou como um leão
Fez muito bem sua parte.
Trabalhou com amor e arte
Com uma força varonil
Muito arrojado e sutil
Conseguiu com paciência
Decreto da presidência
Prá criar a FUNBRASIL.
Importante Fundação
Criada com consciência
À luz do amor, da ciência,
Que busca a preservação

Pra atingir seu ideal
Com programa especial,
Para o Brasil conhecer
E nunca deixar morrer
Essa luta tão legal.
Sua meta é sempre plantar

Com programas nacionais
Muitos bosques implantar
Pra o madeiro conservar
Com seus planos de ação
Projetos de difusão
Nas escolas brasileiras
Das cidades e ribeiras
Cumprindo sua missão
O apóstolo Roldão Siqueira
Deixou pra nós um legado
Foi um mestre iluminado
Abraçando essa bandeira

Não via qualquer barreira
Sempre cumpria sua parte.
Fez do trabalho estandarte
Construiu a sua história
Que vai ficar na memória
Como um sonho de resgate
Segue bem a Fundação
Agora com Ana Cristina

Que mesmo quando menina
Seguia o Mestre Roldão.
Tem fibra e dedicação
Na frente da Presidência,
Gerindo com competência
Os projetos decisivos
Na busca dos incentivos
Com grande eficiência.
Três de Maio… salve o dia !
Salve a pátria varonil,
Salve o símbolo do Brasil,
Saudemos com alegria
Com amor e poesia
E também comemorar

É o dia pra festejar
A idéia que brotou
Sonho que se realizou
Que vai se eternizar!

criado por antaosn    0:26 — Arquivado em: Sem categoria

13/7/08

ÁREAS PROTEGIDAS E INCLUSÃO SOCIAL

foto1: Antão Neto - foto aérea - aproximação do aeroporto de Porto Alegre (áreas devastadas)

foto2: Antão Neto - Parque do Caracol - Canela-RS - maio/08

 

Antão de Siqueira Neto

Ao longo da história, as discussões e a prática da gestão de áreas protegidas são marcadas pela dicotomia sociedade-natureza. O que se encontra normalmente é uma separação entre o que é do âmbito da sociedade (aspectos econômicos, políticos, culturais) do que é “natural”. Esta dicotomia acaba criando um paradigma que se reflete nas políticas públicas e na gestão das áreas protegidas, e que acabam por reproduzir as relações de exclusão social e afetam a própria possibilidade de conservação (LOUREIRO, 2006). E o que são áreas Protegidas? São áreas com características naturais relevantes e legalmente instituídas pelo Poder Público para objetivos de conservação. Possui limites definidos e existe sob o regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.

A participação ativa da sociedade no processo de tomada de decisões constitui, atualmente, uma das premissas centrais da política ambiental brasileira. Este é também o enfoque prioritário das principais políticas para proteção e conservação de recursos naturais no Brasil, destacando-se o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (2000), a Política Nacional de Biodiversidade (2002) e o Plano Nacional de Áreas Protegidas (2006). O tema da inclusão social representa, portanto, o ponto de partida para as estratégias de gestão de áreas protegidas no país, no que tange às parcerias, ao compartilhamento de responsabilidades e à distribuição justa e eqüitativa dos benefícios gerados pela proteção da natureza. Inclusão Social, considerada em sentido amplo, que propicie o engajamento da sociedade na definição de políticas que interfiram no direito do cidadão, na interpretação e apropriação de patrimônio natural e cultural e na valorização do conhecimento baseado na simbologia local.

Uma reflexão sobre o papel dos conselhos na gestão, sobretudo nas unidades de conservação, e de novas metodologias e abordagens que possibilitem a inclusão de todos os grupos e agentes sociais no processo de gestão das áreas protegidas no Brasil, é importante que seja discutida de forma ampla, tanto no meio acadêmico como com as representações da sociedade porque só assim terá legitimidade. “O fato de atribuir significado a remanescentes de áreas naturais, como é o caso de Unidades de Conservação, pela oposição da natureza à cultura, fez com que permanecesse por muito tempo ausentes na gestão dessas unidades territoriais temas como cidadania, participação. É preciso superarmos esta dicotomia e buscarmos a sustentabilidade e a democracia nos processos de conservação da natureza.” (LOUREIRO, 2006)

Apesar de criticamente ameaçada, a Mata Atlântica brasileira é considerada uma das regiões sul americanas com o maior número de áreas de proteção integral. No entanto, essas áreas são extremamente vulneráveis e sofrem com o impacto negativo de diversos fatores, entre eles: urbanização e ocupação irregular, exploração não planejada de recursos naturais, falta de conhecimento da sua importância, Infra-estrutura e fiscalização precárias

No mês de maio, tive a oportunidade de participar do IV Simpósio de Áreas Protegidas, realizado em Canela – RS. Sobrevoando boa parte do litoral brasileiro, de Salvador ao Rio de Janeiro e do Rio até Porto Alegre, observando a mata atlântica em algumas partes quando a aeronave fazia procedimento de pouso, pude constatar o que já havia relatado em outro artigo publicado no Jornal Folha Sertaneja, ou seja, praticamente 90% da Mata Atlântica em toda a extensão territorial brasileira estão totalmente destruídas. Do que restou, acredita-se que 75% está sob risco de extinção total, necessitando de atitudes urgentes de órgãos de preservação ambiental às espécies que estão sendo eliminadas da natureza aceleradamente. Os remanescentes da Mata Atlântica situam-se principalmente nas Serras do Mar e da Mantiqueira, de relevo acidentado.

Neste sentido, haveremos de concordar que “A educação ambiental que incorpora a perspectiva dos sujeitos sociais permite estabelecer uma prática contextualizada e crítica, que explicita os problemas estruturais de nossa sociedade, as causas do baixo padrão qualitativo da vida que levamos e da utilização do patrimônio natural como uma mercadoria e uma externalidade em relação a nós. É por meio da atuação coletiva e individual (…), que os grupos sociais hoje vulneráveis podem ampliar a democracia e a cidadania. Dessa forma, intervém o processo de exclusão social e de degradação das bases vitais do planeta (…).” (Gould apud LOUREIRO, 2004)

criado por antaosn    19:09 — Arquivado em: Sem categoria

16/5/08

SERRA DO CONDURU

        foto: Ricardo Chaves - Serra do Conduru - Uruçuca-BA 13/03/08

Antão de Siqueira Neto

 
A Bahia é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situada ao sul da região Nordeste e é o estado que mais faz divisa com outras unidades da Federação, possuindo um total de oito estados limítrofes, a saber: Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Piauí (N); Minas Gerais e Espírito Santo (S); Goiás e Tocantins (O). Ao leste, possui divisa com o Oceano Atlântico. Ocupa uma área de 567.692,669 km², sendo pouco maior que a Espanha. A Bahia é o estado mais rico e com maior exploração do turismo, seguido do Ceará e Pernambuco, de todo o nordeste.

Foram criadas 32 Áreas de Proteção Ambiental (APAs), totalizando 128 Unidades de Conservação cadastradas no estado, instituídas por decretos e portarias federais, estaduais e municipais. A incidência das APAs se deve a sua adequação e orientação às atividades humanas sendo mais flexíveis. Considerando os diferentes biomas, cerrado, caatinga e floresta (Mata Atlântica), constata-se que com maior percentual de Unidades de Conservação encontra-se em áreas de florestas devido à sua fragmentação e estado de degradação. As Reservas Particulares surgem como opção de preservação totalizando 46 unidades.

Como em todo o Brasil, na Bahia também existem áreas de preservação e conservação protegidas por lei, conhecidas como parques estaduais e nacionais. Abaixo estão listados os paques localizados na Bahia.
Serra do Conduru, Morro do Chapéu e Sete Passagens.

A vegetação do Parque é caracterizada pela Floresta Ombrófila Densa e possui um alto potencial para conservação da biodiversidade e altíssima diversidade biológica, com cerca de 458 espécies diferentes de árvores por hectare. Este é um dos índices mais elevados do mundo com altos níveis de endemismo. Representa um dos mais importantes blocos de remanescentes florestais de mata Atlântica da Costa Nordestina.

O Parque está localizado em área dos municípios de Ilhéus, Itacaré e Uruçuca, inseridos na Bacia Hidrográfica do Rio Leste e possui uma área de 9.275 ha.

A região onde está inserido o Parque é caracterizada pela ocorrência da Floresta Ombrófila Densa, dentro do bioma Mata Atlântica. Possui alto potencial para conservação da biodiversidade com cerca de 458 espécies arbóreas por hectare, além de elevados índices de endemismo. Representa um dos mais importantes blocos de remanescentes florestais do litoral nordestino.
Aspectos relevantes: A Lagoa Encantada, com o magnífico espelho de água. A Vila de Serra Grande, a Floresta de Itacaré e o Litoral Montanhoso, que juntos formam um conjunto de paisagens raras no Nordeste brasileiro.Prática de esportes radicais/Turismo de aventura: montanhismo, trakking, montain bike e ecoturismo. Conflitos: Desmatamento / Retirada ilegal de madeiraRegularização fundiária Caça predatória.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

criado por antaosn    12:06 — Arquivado em: Sem categoria

22/3/08

Monumento Natural do Kânion do Rio São Francisco

                                            Antão de Siqueira Neto

O Monumento Natural é uma unidade de conservação de proteção integral, o que significa que a natureza deve ser totalmente preservada. O objetivo é preservar ambientes naturais raros, extraordinários ou muito bonitos. Pode ser em áreas particulares, desde que o proprietário utilize a terra e os recursos naturais, preservando o meio ambiente. Se isso não ocorrer, ou não concordar com as condições propostas por quem irá administrar a unidade de conservação, esta será desapropriada, conforme estabelecido em lei. No momunento natural pode ser permitida a criação de animais domesticados, que não destruam o ambiente natural como é o caso das tilápias.

Com relação ao Monumento Natural do Cânion do Rio São Francisco, o governo federal está com uma proposta de criar um Monumento Natural de 30.505 ha, na área dos cânions do rio São Francisco, para proteger o local, seus paredões, a vegetação e a biodiversidade ao redor do reservatório de Xingó, no município de Paulo Afonso (BA), Piranhas (AL), Olho d´água do Casado (AL), Delmiro Gouveia (AL) e Canindé do São Francisco (SE).

A região encontra-se em áreas do cristalino (rochas oriundas do derrame de lavas vulcânicas e formadas sobre pressão e temperatura elevadas que se encontram expostas formando zonas estáveis quanto ao movimento de terras. A idade dessas rochas é superior a 570 milhões de anos, chegando aos 3,5 bilhões de anos atrás), com clima semi-árido típico, onde pode ocorrer desertificação (a terra pode perder sua capacidade produtiva). Entre 60% e 80% das secas, ocorrem nesta região.

A vegetação é variada e algumas espécies só existem nesta região. Existem ali árvores e arbustos típicos da caatinga, nos platôs e cânions, além de áreas com arenito que possuem flora própria, diferente das outras áreas do cristalino. É uma região muito importante para preservar a vegetação, as aves e outros animais (répteis, anfíbios e invertebrados). Também se encontra ali uma espécie ameaçada de extinção (Arara Maracanã) e uma espécie nova de lagarto do gênero Mabuya.

A proposta de criar um Monumento Natural permite que continuem sendo desenvolvidas as atividades na área como turismo com embarcações, e outras atividades ecoturísticas, que serão amplamente discutidas com a sociedade. As atividades de turismo e pesquisa científica serão mais bem organizadas e fortalecidas com a criação da unidade. Também não é obrigatória a desapropriação de terras. Além das características físicas e biológicas importantes, a criação de uma unidade de conservação de proteção integral é um antigo desejo e uma necessidade da região. Estava prevista como medida compensatória da construção da Usina Hidrelétrica de Xingó. A resolução 02/96 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) estabeleceu que o licenciamento de uma obra de grande porte, como esta, teria que ser compensada com a implantação de uma unidade de conservação de proteção integral e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC, em 2000, também estabeleceu que isso ocorresse. A Companhia Hidrelétrica do rio São Francisco (CHESF), responsável pela obra, tem a obrigação, por lei, de implantar a unidade, que teria grande vantagem de ter sua infra-estrutura implantada em pouco tempo após a criação. Parte desta área, inclusive, já pertence a CHESF e está em bom estado de conservação. Vale destacar que existia em Paulo Afonso um Parque Municipal que foi extinto devido à construção da usina hidrelétrica de Paulo Afonso e que é grande o interesse da comunidade e das autoridades na criação de uma unidade de conservação no seu território. O Monumento Natural do Cânion do Rio São Francisco é uma categoria menos restritiva do que os Parques. Pelas informações apresentadas, conclui-se que a Criação do Monumento Natural do Cânion do Rio São Francisco irá preservar um dos últimos territórios ainda existentes de caatinga com bom tamanho e estado de conservação, irão promover o desenvolvimento sustentável da região, em especial as atividades de turismo.

Audiências públicas já foram realizadas no mês de março de 2008 e ajustes no projeto serão necessários após as discursões nestas audiências, como por exemplo: as questões de limites da área e a abrangência de pontos importantes para serem preservados tais como: sítios arqueológicos, pinturas rupestres serra do umbuzeiro e outros, que serão apresentados por ambientalistas de Paulo Afonso e região no sentido de colaborar e contemplar estes pontos no projeto.

criado por antaosn    18:53 — Arquivado em: Sem categoria

28/2/08

COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

               fotos: Antão Neto - Fazenda Serra Branca - Jeremoabo out/07

É obrigatório que os meios de comunicação divulguem ações sobre o meio ambiente, mas uma parcela destes não dá a mínima com relação ao tema e outras tratam de forma exaustivamente repetitiva e automatizada.
Sabemos que a banalidade está no dia a dia das TV e rádios com alguns programas idiotas, mostrando baixarias de brigas entre casais e de desrespeito ao ser humano em busca do nível de audiência através do IBOPE, movidos pelo capital.
A maioria dos espectadores aceita lixos em forma de preciosidade recebe uma ração diária de ilusão quanto à realidade, invadindo sua vida sem dó. Os meios de comunicação tem um poder de manipulação extraordinário através de métodos sublimares e subauditivos. Nós seres humanos somos diariamente estrupados pelos ouvidos por uma minoria que fazem a manipulação do que deve ou não ser exposto para sociedade vitimizando-a sem o despertamento do nível inconsciente.
O vidiotismo e radiotismo força o espectador a engolir idiotices, tolices sem alternativas produzindo em série novas gerações de idiotas, alienados que se juntam com alienadas produzindo uma série de alienadozinhos.
“A grande e esmagadora maioria da humanidade pensa através de um subcérebro, pseudocérebro que atua como freio instintivo da lucidez. É um freio preso ao sofá. Há interesses inconvenientes que dominam os instintos, as emoções e as idéias das pessoas, que não param para refletir, atuando precipitadamente, impelidos pela impulsividade”.
A educação como método de conscientização e estímulo à participação atua de duas maneiras conhecidas. Primeiro, o sistema deficiente, mantido pelo ensino público, predispõe as gerações novas à ação dos farsantes. Segundo, a mídia em particular a mais popular, a televisão, assentada no capitalismo selvagem, fixa a programação em baixo nível, exaltando a violência, favorecendo muito mais a ignorância dos desesperados e não o discernimento do povão.
Esperar, só pela educação e pelos meios de comunicação pode ser tarde demais para todos nós.
*Mas a Bahia já deu o primeiro passo, para a concretização de um plano estratégico de comunicação e educação ambiental com a abertura do 1º Encontro de Educação Ambiental em Unidades de Conservação do Estado. O evento aconteceu no Pavilhão de Aulas da Federação, da UFBA, em Ondina, Salvador-BA.
*O plano-piloto pretende mapear, as demandas e propostas das unidades de conservação de cada estado, visando construir uma política nacional de educação ambiental. O projeto é resultado de uma parceria entre os departamentos de educação ambiental do Ministério do Meio Ambiente, (MMA), e da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado (Semarh). *(fonte ascom – SEMARH).

criado por antaosn    20:30 — Arquivado em: Sem categoria
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://antao.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.